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PMPF |
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Na elaboração do planejamento ortodôntico, devemos levar uma série de fatores em consideração, tais como a idade biológica do paciente, o padrão facial, a estética, a classificação da má oclusão, assim como a magnitude da sobremordida, quando presente. Dependendo dos objetivos, a mordida profunda pode ser corrigida por métodos intrusivos, extrusivos ou associação de ambos. Para os casos em que se indica mecânicas preferencialmente extrusivas, apresentamos a construção e aplicação clínica de uma placa de mordida, confeccionada com resina acrílica e fio ortodôntico, sendo sua fixação na boca realizada com cimento de ionômero para a parte acrílica e resina ortodôntica para os grampos de retenção. A placa de mordida provisória fixa (PMPF) deve permanecer na boca aproximadamente 3 meses e proporciona os seguintes benefícios : desoclusão desejada para a montagem imediata do aparelho fixo inferior, auxílio na planificação da curva de Spee; maior liberdade de distalização na correção da Classe II, pela ausência da interdigitação posterior; facilita a correção de mordidas cruzadas. Dois casos clínicos demonstram a utilização da PMPF neste trabalho. Na opinião dos autores, a PMPF, é um elemento valoroso como auxiliar no tratamento da mordida profunda, nos casos de ângulo baixo, tendo como ponto forte, a simplicidade de construção, mínimo desconforto, e o fato de não depender da cooperação do paciente, por ser fixo, quando comparado às placas removíveis. |